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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Nossa geração preocupada com o meio ambiente...

Pessoal, recebi de um amigo e estou repassando para os outros, maiores e menos de 50 anos para juntos analisarmos o quento somos dependentes de tantas coisas inúteis e substituíveis. A questão é: Onde está a real disposição para cuidarmos do planeta?

Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:

- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao meio ambiente.

A senhora pediu desculpas e disse:

- Não havia essa onda verde no meu tempo.

O empregado respondeu:

- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente.

- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, asgarrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente.Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, nãonestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam asroupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós.

Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar. Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletasou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro detomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

quarta-feira, 19 de maio de 2010

SOCIEDADE CANIBAL - AUTOFÁGICA

Para melhor compreensão deste texto, usar como base as seguintes referências:

Deuteronômio 6: 1-9

Provérbios 3: 1-12

II Crônicas 7:14

Esta semana vi uma manchete de jornal que me chamou a atenção para o assunto que estamos discutindo nesse mês em nossa igreja. A família.

Já é sabido de todos nós que esta, a família, é um projeto sonhado por Deus e que Ele a instituiu como base da sociedade e sendo ela núcleo desta segunda, a sociedade, deveria originar membros saudáveis que a compusessem.

Bem, de tanto ouvirmos isso já sabermos o que será dito.

Sendo assim, passa a ser um assunto para pessoas que não têm esse esclarecimento.

Pode ser que tenhamos perdido a noção de sua importância.

Mas como nós somos pessoas que precisão desse esclarecimento, que precisam aprender a parecer com o que Deus sonhou para nós.

Precisamos sim e vamos voltar a este assunto.

Na matéria que estampava a capa de um dos jornais da nossa cidade essa semana uma mãe dizia:

“Perdi meu filho para as drogas!” Em outro já víamos a manchete dizendo: “O Sofrimento de uma mãe!”. Ambas as matéria tratavam do mesmo assunto: o vício em drogas, mais especificamente o crack. Imagino que o motivo fundamental para essas matérias tenha sido o mote escolhido pela candidata a presidência, a ministra Dilma, o combate ao crack. Mas sendo isto ou não, temos a certeza de este é uma mal que está cada vez mais forte e próximo de nós, ou até mesmo na nossa casa.

Sofrimento, dor, angustia. São sentimentos e palavras comuns no dia a dia das famílias da nossa sociedade nos últimos tempos.

Mas algo está errado!

A sociedade está destruindo a família, enquanto a família precisava construir a sociedade?

Uma total inversão de valores numa autofagia canibal ocorrendo dentro do sistema que Deus criou! Porquê? O que aconteceu para que fosse desencadeada essa tragédia?

Por exemplo os pais que estão lendo este texto, como se sentiriam se soubessem que seu filho se envolveu com: o crack, o tráfico, a violência...

Mas...

...com que frequência compartilham as histórias da Bíblia com seus filhos?

Desde muito cedo, meu pai me contava uma história que até hoje não esqueço e eu sempre fazia questão que ele a repetisse.

Pasmem, mas, O Filho Pródigo era a história que eu mais gostava de ouvir na infância. Não sei se o que me marcava mais era o aprendizado quanto às escolhas que o rapaz fez, ou a demonstração de amor de um pai abnegado e pronto a receber o filho de volta, mesmo contra a vontade do irmão.

Mas esta postura de aceitação não quer dizer cumplicidade em tudo que o filho fez.

A Bíblia não conta, mas imagino que o pai junto com o perdão que entregou ao filho trouxe à memória do garoto todas as dificuldades que sofrera lembrando os ensinamentos recebidos na infância e que ele não deu o valor devido.

Nossa sociedade vive hoje enferma de uma grave doença chamada VIOLÊNCIA.

Todos os dias nós lamentamos por tantas mortes trágicas e a crueldade que parte de olhos tão jovens e tão perversos.

E esta não caracteriza-se apenas nas drogas, mas a cada momento em que desistimos de tratar o outro com amor e despejamos sobre o outro nossas frustrações e desgostos.

Mas como pessoas que não receberam amor e carinho, saberão transmitir isso a outros?

Justificamos o motivo da violência com a pobreza e a desigualdade social.

E eu discordo profundamente dessa tese. Porque se fosse assim o Alcides do Nascimento, rapaz assassinado no bairro da Torre não seria o primeiro lugar no vestibular do seu ano, suas irmãs também não estariam na faculdade e todos foram criados pela mãe que é uma catadora de lixo.

Duro né?!

Não sei se eles são cristãos ou qual religião eles professam, mas o que sei é que Deus está presente no amor existente naquela família. Não fosse assim aquela mãe, mesmo tão pobre não teria condições de repassar aos filhos, valores tão preciosos de vida.

Por outro lado, que tipo de convivência familiar o garoto que o matou teve?

Muitos pais acham que o fato de levar seu filho à escola e a igreja resolve todo o problema da educação e ele crescerá como um homem de bem e educado.

Ledo engano. Se a educação não tiver suas bases firmes dentro do lar e no âmago da família não haverá sociedade.

Esta educação começa num ato de doação, entrega daquilo que nos é mais precioso a alguém que amamos, para que este alguém tenha parâmetros para escolher melhor seus caminhos, tomar suas decisões.

Para que este possa ter consciência de quando tomou um caminho errado o fez porquê quis e não achando que aquele seria o mais “legal” e que conferia “mais força” nessa “vida loka” que vive-se nas nossas ruas, casas, igrejas... sociedade...

Quem são os filhos que estamos preparando para compor a sociedade?

Killinho

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Participem da Enquete da MORDAÇA

Senado quer saber do Brasil se a PLC 122, conhecida como Mordaça Gay, deve ser aprovada

O Senado está querendo saber a opinião dos brasileiros sobre o PLC 122 (que castiga toda opinião contrária ao homossexualismo), perguntando se você é a favor ou contra esse projeto. A enquete está na lateral da página deste link:

http://www.senado.gov.br/agencia/default.aspx?mob=0

Killinho

terça-feira, 31 de março de 2009

VOCÊ FICARIA DE PÉ?

Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos, na Universidade da Carolina do Sul, nos EstadosUnidos. Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto..Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiropara provar que DEUS não existe.Os estudantes sempre tinham medo de argüi-lo por causa dasua lógica impecável.Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguémque ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgissealguém que o tentasse, nunca o venciam.No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesmapergunta à sua classe de 300 alunos:- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, quefique de pé!Em 20 anos ninguém ousou levantar-se.Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria:- Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! SeDeus existe impediria que este giz caísse ao chão e sequebrasse. Esta simples questão provaria que Ele existe,mas, não pode fazer isso!E todos os anos soltava o giz, que caia ao chãopartindo-se em pedaços.E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo aDEMONSTRAÇÃO.A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia nãoexistir.Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muitomedo de ficar de pé.Bem... há alguns anos chegou a vez de um jovem cristãoque tinha ouvido sobre a fama daquele professor.O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestreorou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de selevantar, não importando o que o professor dissesse ou oque a classe pensasse.Nada do que dissessem abalaria sua fé... ao menos era seudesejo.Finalmente o dia chegou. O professor disse:- Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, quefique de pé!O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapazlevantar-se no fundo da sala.O professor gritou:- Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este gizcaia ao chão e se quebre!E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entreseus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas dacalça, correu sobre o sapato e ao tocar no chãosimplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professorcaiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz. Quando ogiz parou de rolar levantou a cabeça... encarou o joveme... saiu apressadamente da sala.. O rapaz caminhoufirmemente para a frente deseus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé emJesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre oamor de Deus por todos e sobre Seu poder através de Jesus.
Você tem duas opções:1 - Apagar esta mensagem e esquecer a história ou,2 - Passar a seus amigos, cristãos e não cristãos, dando-lhes a coragem que precisamos todos os dias ao noslevantarmos.
Eu estou de pé, e vc????

Autor desconhecido.


Killinho

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Engravidei aos 9 anos

“Eu só queria brincar de boneca e continuar minha vida inocente para conhecer aos poucos o que era viver, cada dia de sua vez.
Eu achei que ele iria me pegar no colo o botar para dormir, achei que ele queria me ensinar alguma brincadeira nova ou palavras diferentes. Mas o que aprendi foia mais terrível das faces que o “amor” pode ter. A face do “amor” morto, “amor” brutal, “amor” que foi mutilado. Esse “amor” eu não queria conhecer, quando começou eu só tinha 6 anos e agora tenho 9 e estou grávida...”

Me coloquei no lugar da criança e era assim que eu me sentiria...

Fico pensando o que leva uma situação destas saltar do mais obscuro inconsciente humano para a realidade atroz de investir contra uma criança...
Que tipo de referência de Deus uma criança assim pode ter, quando o seu “pai” mesmo que de criação não o representou?

- Pequena garota, não se preoculpe, Deus é bem mais do que isso que você achava que era um pai...

A noticia saltou aos meus ouvidos quando ouvia a Rádio CBN ontem a tarde enquanto dirigia.
Esta história se passou na cidade de Alagoinha interior de Pernambuco.
Fico pensando não somente como fica a cabeça dessa criança e sua familia mas também como está o coração de Deus nesse momento, pois ela não é a única, e Ele, Deus entregou esse planeta nas mãos dos homens para que eles pudessem cultiva-lo e cuidar dele, e insso inclui nossas crianças...
E ainda culpamos a Deus pelas desgraças do mundo?

Killinho